Ano 6 – A quanto obrigas…

by | 3 Jul, 2017 | Estilo de Vida, Numerologia

(aviso: post longo, mas que vale muiiito a pena ler 😉 )

Nem acredito que já estamos em julho…

Recordo-me de, há precisamente um ano, estar a escrever um post, ainda no blogue antigo e em jeito de revisão, sobre as incríveis experiências que 2016 me estava a trazer.

Encontrava-me a meio de um dos anos mais loucos da minha vida, daquele tipo de anos em que tudo acontece. Os primeiros meses tinham passado a um ritmo alucinante e sentia-me em profunda mudança interna. Preparava-me, então, para ir de viagem durante um mês pelo estrangeiro, num ato de ir para além das minhas fronteiras e abandonar a zona de conforto, tal como o famoso ano pessoal 5 tanto pede. “Vai, arrisca, segue sem medo!”

“E agora Ana? O que vais querer fazer com os caminhos que a vida te vai trazer?”

 

Ser numeróloga traz-me muitas vantagens e uma delas é a de poder utilizar a numerologia também para mim e fazer um planeamento (anual e a 9 anos), cruzando as oportunidades que a vida me vai dando com aquilo que quero concretizar.

Não há final de ano em que não me sente comigo e com os meus números e me pergunte: “E agora Ana? O que vais querer fazer com os caminhos que a vida te vai trazer?”. Nesse momento, vejo diante de mim um mundo de oportunidades. Invade-me uma ansiedade boa de percorrer aqueles caminhos disponíveis, ao mesmo tempo que uma serenidade, uma paz que surge da certeza de que tudo está alinhado.

Aquilo a que nos propusemos vem, invariavelmente, ter connosco nos momentos certos. Só temos de preparar o coração para que a porta se abra a essa dádiva de vivermos o nosso caminho.

Quanto mais nos preparamos para o bom da vida, mais a vida nos surpreende com o bom que há para viver.

 

Depois de anos de prática a estudar mapas e o comportamento humano, existe em mim uma convicção inabalável – quanto mais nos preparamos para o bom da vida, mais a vida nos surpreende com o bom que há para viver. E o meu ano pessoal 6 é um exemplo disso!

Há 6 meses, quando me sentava para mais uma conversa séria com os meus números, percebi que o meu ano pessoal 6 seria perfeito. Tudo estava alinhado para que o ano fosse perfeitamente exigente e desafiante!

Para que possas entender melhor a importância do ano pessoal, deixa-me partilhar contigo uma analogia. Imagina o processo de gestação de um bebé; com uma duração de 9 meses (o 9 aqui não é à toa!), cada mês de gestação tem uma dinâmica e importância específicas no processo de desenvolvimento do bebé. São fases que não se atropelam e que não dá para “apressar”, ou seja, elas são fundamentais pela ordem em que estão definidas. No caso dos anos pessoais, acontece a mesma coisa. A cada 9 anos (lá está o 9), a nossa vida passa por reestruturações. Cada um dos anos que compõem esse ciclo de 9 tem uma dinâmica particular. São processos de amadurecimento de consciência, ou seja, fases pelas quais passamos que têm aprendizagens específicas.

O que tem isto a ver com o meu ano de 2017? Pois bem, ao olhar para os meus números percebei que este seria o ano de vivenciar, aprender e integrar todos os desafios que o 6 nos pode trazer.

Que desafios são esses, perguntas tu? Os desafios da tolerância, da aceitação, do não-perfecionismo, da generosidade e da harmonia. O desafio de compreender a importância da responsabilidade perante os outros sem esquecer a importância de viver em equilíbrio comigo. O desafios de aprender a dizer “não consigo”, “estou no meu limite” e “preciso de ajuda”. E nem imaginas o quão desafiante isso é para mim!

Na verdade, 2017 tem sido o ano perfeito para me recordar que sou humanamente imperfeita (e não uma supermulher como às vezes gostaria de ser), que não existe perfeição (os outros são tão humanos quanto eu e também têm o seu processo) e que há responsabilidades que estão para além das nossas batalhas (quando não reconheço os meus limites a vida encarrega-se de o fazer por mim).

A vida não é uma corrida e a perfeição não existe…

 

Nos primeiros 3 meses do ano, a exposição do meu primeiro livro trouxe-me mais trabalho do que alguma vez imaginei o que me levou a não folgar um único dia nos primeiros três meses do ano. Para além disto, a minha equipa aumentou, estabeleci uma nova parceria e abri um espaço meu (acredita que é uma boa dose de responsabilidade!).

Ao mesmo tempo que ia abraçando as oportunidades ia-me levando ao limite, consumida pelas responsabilidades que assumia, tentando aproveitar as oportunidades que vinham até mim e ainda tentando fazer tudo certo e tudo perfeito! (tão típico do 6!)

Sábia como a vida é, foi-me dando os sinais de que eu necessitava para me recordar da conversa que tinha tido com os meus números.

“Ana, não te esqueças de ir respirando… A vida não é uma corrida e a perfeição não existe… Aprende a dizer que não ao que não é para ti, pede ajuda se for caso, aceita as tuas próprias limitações. Este é um ano para encontrares a harmonia dentro de ti!”.

No fim do primeiro trimestre do ano, as consequências surgiram: a parceria que tinha iniciado terminou inesperadamente (o que resultou numa boa dose de gestão emocional e ajuste de responsabilidades) e o meu corpo começou a dar sinais de precisar de pausa com uma consequente varicela (sim, aos 32 anos!) que me forçou a ficar de cama duas semanas, a cancelar eventos e a reajustar o plano do Curso de Numerologia.

Seria de pensar: então Ana, mas tu enquanto numeróloga não “previste” que tudo isso iria acontecer? Claro que não, e ainda bem! Primeiro porque a numerologia não nos diz “o que vai acontecer”, mas sim o que pode acontecer. Segundo porque o melhor que a numerologia nos dá é o entendimento do porquê de certos desafios, ajudando-nos a integrar a aprendizagem.

Conhecer o meu mapa (clica aqui para conheceres o teu) torna-me mais consciente e prepara-me para ver os desafios de outra forma e crescer para além deles. Neste caso concreto, teria sido provavelmente mais fácil ter ficado amargurada com a parceria que não funcionou e achar que não tenho sorte, ou ter-me revoltado com o meu corpo que me forçou a parar e a pedir ajuda.

Conhecer os desafios do meu ano pessoal 6 ajudou-me a perceber o propósito de todos aqueles acontecimentos e a saber o que fazer perante eles. Ajudou-me, no momento do caos, a sentir a lição que me estava a ser pedida que aprendesse e a integrar esse conhecimento tão sábio – o equilíbrio vem de dentro!

Qualquer que seja o desafio, há sempre uma razão, um porquê e um para quê.

 

Acredito que quanto mais nos preparamos para o bom da vida, mais a vida nos surpreende com o bom que há para viver… Abrir o coração à lição deste ano fez-me abrir também o caminho para todas as possibilidades que a vida tem à minha espera e, assim, escolher a melhor forma de estar que me vai fazer aproveitá-las.

Qualquer que seja o desafio, há sempre uma razão, um porquê e um para quê. A numerologia ajuda-me a navegar com maior fluidez transformando desafios em oportunidades e a cocriar conscientemente esta vida fabulosa que me está destinada!

E tu? Em que ano pessoal estás? Quais têm sido os teus maiores desafios?

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Com Amor ♡,

Ana Sequeira

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